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Defesa sanitária é própria. E funciona. Fundecitrus tem R$ 42 milhões para gastar com saúde da fruta

Defesa sanitária é própria. E funciona

Fundecitrus tem R$ 42 milhões para gastar com saúde da fruta

ARARAQUARA (SP)

Existe um modelo privado de defesa sanitária que dá certo no País, enquanto o governo federal enfrenta problemas com bovinos, que culminaram no ano passado com a crise da febre aftosa.
Criado em 1977 pelos agricultores e pela indústria para combater o cancro cítrico, o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) hoje executa a política de defesa sanitária para o setor . "Na época, os citricultores e as indústrias perceberam que a doença seria de difícil convivência e que o
Estado não tinha recursos disponíveis para fazer esse trabalho", conta o presidente interino do Fundecitrus, Osmar Bergamaschi.
Segundo ele, o orçamento anual do fundo é de R$ 42 milhões. Essa cifra equivale a quase a metade de tudo que o governo federal destina hoje à defesa sanitária vegetal e animal. Os recursos vêm da contribuição do produtor e da indústria. De cada caixa de laranja processada, é descontada a contribuição.
Hoje são cerca de 2 mil inspetores e técnicos que percorrem mais de 15 mil citricultores no Estado de São Paulo e na região sul do Triângulo Mineiro para checar as condições sanitárias dos pomares e executar trabalhos de erradicação determinados pela secretaria estadual de agricultura. Eles também visitam pomares urbanos.
Há também um corpo técnico de seis PHDs, que trabalham na identificação de novas doenças e monitoramento das já existentes. Além do cancro, o Greening, o amarelinho, a pinta preta e a leprose tiram o sono do citricultor.
Bergamaschi conta que, no caso do cancro cítrico, incidência hoje oscila entre 0,10% e 0,19%, nível considerado baixíssimo e controlado. Na Flórida, por exemplo, o nível de infestação de cancro é alto. O principal problema, é que o custo de mãode-obra nos EUA para realizar as tarefas de inspeção nos pomares é elevado. M.C.

O Estado de São Paulo - 22/10/2006

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